A situação atual do mercado nacional



O mercado nacional está em queda e a previsão é de que esse ano, feche com saldo negativo, podendo mesmo ser de até dois dígitos. De janeiro à abril, o Brasil registrou retração de 4,63% nas vendas de automóveis e comerciais leves.

A redução assusta ainda mais quando levamos em contas alguns fatores que só corroboram para que a situação fique ainda pior. O primeiro deles tem a ver diretamente com o consumidor. O “humor” do consumidor, que é a sua expectativa financeira para o futuro caiu 12% nos últimos 12 meses, segundo a Fecomercio.

Isso significa que se o consumidor não vê bons resultados em suas finanças para os próximos anos, então não entrará em uma nova dívida. O índice é o pior dos últimos 101 meses e pode indicar vendas fracas daqui para frente. Outro fator é a seletividade dos bancos em relação ao crédito.

 

Mesmo quem ainda vê um futuro financeiro bom daqui para frente, mas confia que o panorama pode mudar e decidiu entrar em uma dívida para ter um veículo novo na garagem, terá que enfrentar juros mais altos e quem sabe até ver seu pedido de crédito negado.

Os R$ 193 bilhões em carteira existem, mas o temor de alta na inadimplência, leva os bancos a ser mais rigorosos na concessão de financiamentos. Há 18 meses que o volume disponível para o setor está estagnado. O governo federal – através da CEF principalmente – está tentando estimular os bancos à liberar mais dinheiro para estas operações.

Por sua vez, as montadoras pressionam o governo para que ajude a convencer os bancos à desfrouxarem os cintos, já que se as vendas caíram quase 5% no primeiro quadrimestre do ano, a saída para evitar prejuízos é reduzir a produção, o que já está ocorrendo. Planos de demissão voluntária, layoff, férias coletivas, etc, são observadas com frequência.

Ainda assim, os fabricantes podem sair no azul desse mar vermelho… No mesmo período em que o mercado retraiu 4,63%, as montadoras elevaram seus lucros em R$ 670 milhões, passando de R$ 48,17 bilhões para R$ 48,84 bilhões. Ou seja, redução de custos, mas não de lucros.

Isso é conseguido com elevação de preços – ainda mais com retorno do IPI aos níveis normais – e projetos de custo menor de produção e desenvolvimento. Além das empresas, quem ganha nessa também é o governo, que aumenta sua arrecadação com as alíquotas recuperadas.

O preço médio do carro vendido no Brasil subiu de R$ 44,67 mil para R$ 47,66 mil. Isso significa quase R$ 3.000 de aumento médio nos quatro meses de 2014 que já passaram. Diante disso, fica difícil ver um céu de brigadeiro sobre o mercado nos próximos meses.

 

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/a-situacao-atual-do-mercado-nacional/





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